.: Novo texto em Espanhol :. GEB, PB, OPB? Dr. R. Scott Clark, (re) intérprete del movimiento y de la teología bautista.

Após a tradução feita por Stuart Villalobos Tapahuasco da breve resposta que ofereci a Timothy LeCroy, um novo texto agora foi disponibilizado em língua espanhola, pelo que sou extremamente grato. Trata-se do artigo GEB, PB, OPB? Dr. R. Scott Clark, (re)intérprete do movimento e da teologia batista.

Você pode acessar a tradução aqui.

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John Tombes: Biografia e Breve Catecismo Sobre Batismo (I)

Há um episódio não contado da história da Assembleia de Westminster, em particular, e do Puritanismo, em geral. É sobre um acadêmico e pastor Puritano chamado John Tombes.

Michael T. Renihan, The Antipaedobaptism of John Tombes, p. 127.

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Nem sempre foi fácil identificar um batista. No século XVII, a dinâmica religiosa frequentemente desafia nossas taxonomias. Comumente se afirma que, durante o século XVII, havia dois grupos distintos de Batistas: os Gerais, que desposavam uma teologia arminiana, e os Particulares, que abraçavam uma soteriologia calvinista. Mas a história é mais complexa que isso, como nos lembra Robert Torbet:

Havia quatro grupos de Batistas na Inglaterra durante o século XVII: os Batistas Gerais, com sua ênfase Arminiana na teologia, os Batistas Particulares, que defendiam um Calvinismo estrito, os Batistas do Sétimo Dia, que eram recrutados amplamente dos homens desapontados com o [movimento] da Quinta Monarquia, e uma seção cruzada de Batistas Gerais e Particulares que confraternizavam com os Independentes (Congregacionais pedobatistas) e mantinham uma elevada vida social e cultura.

A History, p. 54.

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GEB, PB, OPB? Dr. R. Scott Clark, (re)intérprete do movimento e da teologia batista.

Não é de hoje que o Dr. R. Scott Clark arranca os cabelos quando ouve a expressão “Batistas Reformados”. Um oxímoro, diz ele, sem meias palavras. A reação é muito parecida, diga-se de passagem, com a dos batistas calvinistas que se ultrajam ao serem postulados herdeiros dos anabatistas. Mas Clark já ultrapassou os limites da ética intelectual, institucional e pessoal do Cristianismo, tendo sido alertado por seus próprios companheiros a respeito de sua má conduta. Um dos interlocutores de Clark costumava ser Brandon Adams, que sempre interagiu de forma cordial e respeitosa para com seu irmão, colhendo disso diversos banimentos, exclusões e restrições de postagem no Heidelblog.

Recentemente, o Dr. Clark decidiu “interagir” com “1689”. Devido à ausência de Adams do blog, quem tem feito as vezes de antagonista maior do teólogo presbiteriano, comentando extensivamente nos posts do Heidelblog em defesa da visão batista reformada, é Amy Mantravadi (que recentemente esteve em um interessante episódio do podcast Mortification of Spin e se prestou a elaborar uma exposição do aliancismo batista reformado em seu blog). Paralelamente, Samuel Renihan, que muito esporadicamente se manifesta em seu site Particular Voices, fez duas postagens, em tom francamente irênico, traçando observações pontuais sobre a visão de Clark (Soft Rain on Tender Grass e We All Have Our Types).

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A batalha pela designação “batista”

Em nosso exame, o Governador nos acusou com o nome de Anabatistas, ao qual eu respondi: Eu rejeito o nome, eu não sou nem um Anabatista, nem um Pedobatista, nem um Catabatista; ele me disse, apressadamente, que eu era todos.

John Clarke, Ill News from New England, or A Narrative of New-Englands Persecution. Londres, 1652, p.5

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Nomes e conceitos importam. Eles trazem consigo uma carga semântica sobre a qual muitas vezes não temos controle. Em determinadas ocasiões, é preciso uma verdadeira refrega para conquistar uma identidade desejada sob a alcunha desejada. É o caso do termo “batista”. Não é possível precisar quando o termo “batista”, enquanto designante do grupo de cristãos que praticava o credobatismo imersivo, foi cunhado e colocado em voga. O que temos são algumas incidências, às vezes mais ou menos satisfatórias, dessa palavra.

Robert B. Hannen, em seu artigo Historical Notes on the Name “Baptist”, faz algumas observações relevantes que merecem referência.

Thomas Helwys, que liderou uma minoria de volta à Inglaterra por volta de 1612, usou o título ‘A Igreja de Cristo’ em sua confissão daquela data, e esse nome não-inflamante foi usado repetidamente por outros na história subsequente do movimento. Alguns dos nomes preferidos foram ‘Igrejas que são comumente (embora falsamente) chamadas Anabatistas,’ ‘Congregações reunidas segundo o Padrão Primitivo,’ ‘Cristãos (batizados sob Profissão de sua Fé)’ e ‘Crentes Batizados.’ Nem mesmo uma das confissões do século XVII usa o nome “Batista” como um título descritivo. (…)

O que é geralmente conhecido como os Registros de Broadmead, Bristol, foram intitulados, de fato, “Os Registros de uma Igreja de Cristo,” e sua correspondência parece ter seguido essa forma. (…)

O estilo muda, entretanto, em comunicados endereçados a oficiais públicos, pois neste caso alguma especificidade tinha que ser introduzida para distinguir um grupo de Cristãos de outro. Ainda assim, o nome “Batista” não é usado, mas “igrejas batizadas” ou “aqueles que são chamados Anabatistas”.

(Historical Notes, p. 63.)

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